quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Dúvidas: Dízimo


"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes." (Malaquias 3:10)
Quem "inventou" o dízimo?
O dízimo foi instituído por Deus para que houvesse mantimento em Sua obra e para provar a fidelidade de seu povo.

Onde está escrito que preciso dar 10% de dízimo? Não posso dar outro valor?
A palavra dízimo, no original "malaser" significa 1/10 (um décimo), ou seja, 10%. Portanto, dízimo sempre será 10%. Nem mais nem menos.

Biblicamente falando, o dízimo é opcional ou obrigatório?
Biblicamente falando ele é OBRIGATÓRIO. No livro de Malaquias 3:8-10, Deus diz que o povo lhe tem roubado nos dízimos e nas ofertas. Isso quer dizer que todos os dízimos são dEle.
Também, em Levítico 27:30-32, Deus dá o mandamento para devolverem a dízima (1/10) das colheitas e das crias, assim como, no decorrer do capítulo, a dízima de tudo o que for primícia ou primogênito.

Posso devolver o dízimo a mais?
Dízimos são a primeira parte de dez. O que passar disso é considerado oferta, e não dízimo.

É necessário devolver primeiro o dízimo antes de pagar as contas?
Sim. Deus pede as primícias da nossa renda, ou seja, ele quer ser CONSIDERADO. Ele quer ser o PRIMEIRO na nossa vida. (Provérbios 3:9)
Economicamente não vai fazer diferença, aos olhos humanos devolver primeiro o seu dízimo, ou depois, mas espiritualmente, vai fazer toda a diferença.

Tenho mais de uma fonte de renda. Como faço para devolver o dízimo? Posso devolver de uma só e a outra ficar comigo?
O dízimo deve ser tirado de TUDO O QUE PASSA PELAS NOSSAS MÃOS - TODOS OS DÍZIMOS. (Malaquias 3:10)
Não importa quantas fontes de rendas a pessoa tenha. Se ela é fiel nos seus dízimos, vai tirar o dízimo de tudo.

Sou assalariado, e sempre tenho descontos na minha folha de pagamento. Como devo tirar meu dízimo?
Do salário bruto, que é o valor total da sua folha de pagamento (holerite). Todos aqueles descontos (INSS, vale transporte, plano de saúde, etc...) São benefícios que você recebe, portanto, fazem parte do seu salário.
Outros benefícios, como vale alimentação, abono, 13°, que não são inclusos na folha de pagamento também devem ser dizimados.

Fiz um emprestimo. Devo tirar o dízimo desse valor?
Não. O dinheiro do empréstimo não é seu, e de alguém ou do banco que você irá pagar. Quando você pagar as parcelas desse emprestimo, estará pagando com o dinheiro dizimado. Caso você GANHE o dinheiro, aí sim deve tirar o dízimo.

Sou empresário, lojista ou comerciante. Como devo tirar meu dízimo?
São dois dizimos: o pessoal e o empresarial.
Você e sua empresa devem ser dizimistas. São pessoas diferentes. (Pessoa fisica e pessoa jurídica).
O empresário, lojistas, comerciante, normalmente tem um pro-labore, que é um valor que retira mensalmente ou semanalmente para suas despesas pessoas e para controle financeiro. Desse valor, o dízimo deve ser integral, como o de um funcionário.
A empresa é diferente. O dízimo dela deve ser tirado do LUCRO da empresa. Por isso é necessário um controle rigoroso nas finanças da empresa. Deve-se calcular os gastos e o faturamento. O que sobrar é o lucro. Desse lucro sai o dizimo.

Por exemplo:

Gastos mensais da empresa:

Despesas: 5.000,00
Pro-labore: 2000,00 - dizimo pessoal: 200,00

Total: 7.000,00

Faturamento da empresa no mês: 10.000

10.000,00
-7.000,00
Total: 3.000,00

Dizimo: 300,00

Se a despesa é maior q o faturamento, o dizimo deve ser tirado apenas do pro-labore.

E sobre Malaquias 3:10 onde diz que devo "fazer prova de Deus" se Ele não abrir as janelas dos céus?
Assim como o dízimo é uma obrigação, ele também nos traz promessas e direitos, portanto se você é dizimista fiel, e as coisas não estão acontecendo na sua vida, Ele nos dá direito de prova-lo! Exigir o nosso direito de dizimista e usarmos a nossa autoridade diante das adversidades! Não se trata de colocar Deus "contra a parede", mas mostrarmos para o problema e para o diabo que cremos nas promessas do Senhor.

Devorador, cortador, migrador e destruidor. O que são os gafanhotos?
São espíritos que atuam amarrando a vida do não dizimista. Eles agem consumindo tudo o que os infiéis produzem, no trabalho, na casa, nos projetos, etc.
Só há uma maneira de repreende-los. Sendo fiel em tudo.

Caso tenha mais alguma dúvida ou gostaria que falassemos sobre um desses casos detalhadamente, comente ou envie-nos um email!


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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Maior do que seu mestre


"Não é o discípulo mais do que seu mestre, nem o servo mais do que o seu senhor. Basta ao discípulo ser COMO SEU MESTRE, e ao servo COMO SEU SENHOR..." Mt. 10:2

No início da igreja primitiva, o que mantinha as pessoas numa só fé era a intenção de fazer Jesus aparecer em suas atitudes e eles mesmos se tornarem cada vez mais parecidos com seu Mestre, o Senhor Jesus.

Com o passar do tempo, alguns dentre os cristãos começaram a se destacar, e muitos passaram a desejar ser mais do que o seu Senhor.

Não é diferente nos dias de hoje. Quando buscamos reconhecimento, desejamos secretamente ser mais do que o nosso Senhor. E Jesus nos fez lembrar disso: NÃO SOMOS NÓS, MAIS QUE O NOSSO SENHOR!

Toda vez que a nossa vontade está acima da dEle, estamos nos importando mais com nós mesmos do que com Ele, e por isso deixamos de servir a Deus para servirmos a nós mesmos. Entretanto, se deixarmos os nossos desejos e sonhos pelo sonho e pela direção de Deus, começamos a parecer com o nosso mestre!

Jesus foi servo. Em tudo o que fazia, sempre dizia que a vontade do Pai era soberana. Cada vez que agimos dessa maneira, nos tornamos mais parecidos com Jesus...

... E ao discípulo basta ser COMO O SEU MESTRE!

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domingo, 7 de outubro de 2018

Sacrifício Excelente não serve


"Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim; pelo qual obteve testemunho de ser justo, tendo a aprovação de Deus quanto às suas ofertas. Por meio dela, também mesmo depois de morto, ainda fala." (Hebreus 11:4)

Quando os irmãos Abel e Caim decidiram apresentar suas ofertas, Deus disse que Abel apresentou um sacrifício mais excelente. Isso nos leva a entender que Caim apresentou uma oferta excelente!

Mas o que Deus nos leva a entender é que uma oferta, por mais excelente que seja, não tem nenhum valor quando a intenção é ruim.

O próprio Genesis mostra o descuidado em separar a oferta da parte de Caim e o zelo que Abel teve:

"Aconteceu que no fim de uns tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao SENHOR.
Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste." (Gênesis 4:3-4)

A oferta é a nossa vida no altar. Quando ofertamos, estamos nos colocando nas mãos de Deus

O que você tem colocado no altar?

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domingo, 25 de fevereiro de 2018

O que significa Salvação pela Graça?


"Mas se é por graça, já não é pelas obras; de outra maneira, a graça já não é graça. Se, porém, é pelas obras, já não é mais graça; de outra maneira a obra já não é obra."
Romanos 11:6
Existe um conceito no meio evangélico conhecido como movimento da Graça, que entende que, se Jesus morreu na cruz para perdoar nossos pecados, então estamos isentos do pecado e perdoados de tudo. Através desse discurso muitos pregadores têm anunciado que o Reino dos Céus pode ser conquistado apenas aceitando à Jesus, sem que haja necessidade de atitudes e sacrifício.

Não há dúvidas de que vivemos o tempo da graça, mas o que significa isso afinal de contas?

terça-feira, 20 de junho de 2017

O Antigo Testamento continua válido?


Não são poucos os que defendem a teologia do Tempo da Graça, que consiste em dividir o Antigo do Novo Testamento, chamando a cada um de Tempo da Lei (Antigo Testamento) e Tempo da Graça (Novo Testamento), afirmando muitas vezes que a Lei já não é mais válida, e que hoje impera o Tempo da Graça, onde o fato de que o Senhor Jesus venceu o pecado na cruz nos isenta da Lei.

Há ainda outras raizes teológicas que defendem o mantimento da Lei, ou seja: Em momento algum o Antigo Testamento perdeu o seu valor ou autoridade, e que continua sendo válido.

Afinal de contas, o Antigo Testamento foi substituido ou continua valendo como antes?

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Novo Nascimento e Batismo com o Espírito Santo são a mesma coisa?


Uma das perguntas mais comuns que recebemos hoje é O Novo Nascimento e o Batismo com o Espírito Santo são a mesma coisa? - Se não, qual é a diferença entre eles?

Se essa é sua dúvida também, acompanhe o post, pois vamos lhe ajudar!


segunda-feira, 6 de março de 2017

Porque os Hebreus eram escravos no Egito? - Parte III (Explicação Arqueológica)

QUAL EXPLICAÇÃO A ARQUEOLOGIA PODE DAR AO ÊXODO?

Recentemente tivemos acesso à um estudo arqueológico sobre a história contida no Êxodo, o que pode nos ajudar a compreender as razões do povo de Deus e também de Faraó para uma das maiores histórias da humanidade! Então procure estudar com atenção esses itens abaixo e confira historicamente se estão corretos!

1. Egípcios X Hicsos
 Por volta de 1800 a.C. os Hicsos saíram da Ásia Ocidental para viverem pacificamente na região do Egito. Os motivos iniciais eram a escassez de alimento na Ásia, devido ao ambiente árido, e a abundancia de alimentos, provenientes da terra fértil ao redor do Nilo.
O que motivou a guerra foi a fraqueza governamental da 13ª dinastia egípcia, no comando do  Faraó Amenemés III (1843 a 1797 a.C.). Os Hicsos entenderam que poderiam tomar o poder, e assim o fizeram.
Os Hicsos atacaram o império egípcio, e expulsaram a dinastia para tomarem o poder. Governaram o Egito por cerca de 100 anos. Adotaram muitos de seus costumes durante essa época, inclusive, chamando seu líder de Faraó.

O que isso tem a ver com o Êxodo?

OS HICSOS ERAM SEMITAS.

O que são semitas?
São os descendentes de Sem, filho de Noé, de onde também saíram os Hebreus.
Isso leva a crer, para alguns arqueólogos, que José do Egito teria chegado àquele lugar nessa época, e, por isso, não houve resistência da parte de faraó em coroa-lo governador do Egito, afinal de contas, pertenciam à povos irmãos.

Anos depois, os egípcios voltaram a tomar o poder na terra do Egito, e pouco tempo depois, o Faraó Amósis inaugura a 18ª dinastia egípcia e começa uma perseguição  contra os Hicsos e todo o povo semita.

Esse é provavelmente o Faraó que a bíblia descreve em Exodo 1:8-10


"Entrementes, se levantou um novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José.

Ele disse ao seu povo: Eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós.
Eia, usemos de astúcia para com ele, para que não se multiplique, e seja o caso que, vindo a guerra, ele se ajunte com os nossos inimigos e peleje contra nós e saia da terra." Ex. 1:8-10
Ao tomar o poder, Amósis escravizou os Hebreus e os colocou sobre os trabalhos mais pesados: O feitio de tijolos.

2. A filha de Faraó
Para chegarmos à Filha de Faraó precisamos entender o significado da HIERARQUIA no meio egípcio.
Era muito importante para a solidificação da nova dinastia manter o sangue da família real. Mas uma coisa muito interessante ocorreu nessa dinastia.

O filho de Amosis chamava-se Amenófis I. Seria ele o grande Faraó que daria continuidade a nova dinastia.
Amenófis I governou por mais de 20 anos, entretanto não teve nenhum herdeiro.
Portanto, sua irmã, Amósis-Nefertari casou-se com Tutmés I (Ou Tutmósis I), que fora um parente distante ou um poderoso general de guerra.
Aí, nota-se que o sangue real estava se perdendo. Afinal de contas, no mundo antigo, as mulheres não carregavam o sangue real, pois seriam submissas ao nome do marido. Entretanto, como não havia outros descendentes homens, Tutmés entrou como descendente de Amenófis, mesmo não sendo.

Os dois tiveram uma filha chamada Hatchepsut (grave esse nome), mas não tiveram filhos homens.
Tutmés foi conhecido por ter vários relacionamentos extra conjugais, e desses relacionamentos ele teve um filho, que chamou de Tutmés II.

Para colocar seu filho no trono, Tutmés I armou o casamento entre seus dois filhos, Tutmés II e Hatchepsut. Mesmo sendo ordem de um Faraó, era uma humilhação para época, afinal de contas, Hatchepsut teria que ser submissa às ordens de seu irmão bastardo, fruto de um relacionamento incestuoso.

Chegamos à época da Filha de Faraó: Hatchepsut.

Assim como seus ancestrais, Hatchepsut não teve filhos homens, apenas duas filhas (Neferuri e Neferubiti), e, assim como o pai, Tutmés II teve vários relacionamentos extra conjugais, e de um deles, teve seu herdeiro, que chamou Tutmés III.

Repare que, nesse período de tempo, o sangue original da dinastia já estava praticamente ausente da família real. Foram tantas misturas e adultérios que já não havia a pureza genética desejada por Amosis.

A visão era clara. Em breve, Tutmés II logo nomearia o filho bastardo como seu herdeiro, e Hatchepsut não teria como confrontá-lo. Não havia outra alternativa, a não ser que ela tivesse um filho homem. E como uma egípcia fervorosa, ela foi aos deuses pedir por um milagre.

3. A estratégia de Joquebede
A história do menino colocado num cesto de junco untado com betume e largado à sorte sob a correnteza do rio nilo não seria tão romântica assim, segundo a arqueologia. Isso porque o banho que a filha de Faraó tomava naquele momento não era um banho natural, era um ritual!

Os egípcios já conseguiam, naquela época, irrigar toda a terra pelos métodos muito conhecidos até hoje, mas, pelo fato de que Hatchepsut era filha do Faraó, não precisava ir até o rio para se banhar. Seus servos preparariam seu banho dentro do palácio. 
O versículo que descreve que ela foi se banhar no rio, na verdade, refere-se à um ritual de adoração ao deus Hapi, que seria o deus do rio Nilo.

Como você deve saber, havia uma infinidade de deuses no Egito antigo. Cada manifestação da natureza era considerado a ação de um deus. O sol era Rá, Osíris era a morte, Ísis era a fertilidade (tanto da terra quanto das mulheres), Hórus era a representação do Faraó, e ainda vários outros como Toth, deus das disciplinas intelectuais. Inclusive, como veremos mais a frente, foi de Toth que saiu o nome do Faraó Tutmés (TothMoses= Nascido de Toth)

Naquele ritual ao deus Hapi, é provável que a filha de Faraó pedia ao deus um filho, e Joquebede pode ter lançado ali o cesto para que ela encontrasse o menino e pensasse que aquele pequeno hebreu seria a resposta de suas orações aos deuses.

Assim, ela pede à Joquebede que crie o menino até que desmamasse (por volta dos sete anos) e levasse-o para o palácio para ser criado como o herdeiro do Faraó.

4. O nome de Moisés


Quando o menino cresceu, ela o entregou à filha do Faraó, a qual o adotou e lhe pôs o nome de Moisés, justificando: “Eu o tirei das águas”. Ex.2:10
Lendo esse versículo, muitos entendem que Moisés significa Tirado das águas, ou Nascido das águas, mas não é bem assim.
Moisés é um nome egípcio, isso é inegável, mas não significa exatamente saído das águas, mas apenas Tirado, ou Saído.

Se notarmos o nome dos Faraós anteriores, teremos:

Tutmés (TothMoses) = Nascido de Toth
Amósis (AmonSes) = Nascido de Amón

ou até mesmo Faraós que vieram depois:

Ramsés (RaMoses) = Nascido de Rá

Se levarmos em conta que Moisés surgiu de um clamor feito pela filha de Faraó no rio Nilo, podemos chegar à conclusão de que o nome de batismo de Moisés seria algo como Hapimés ou Hapimoses.

Pelo fato de ter passado seus primeiros anos recebendo a educação Hebreia com sua mãe, pode ter rejeitado mais tarde o nome de um deus egípcio e permanecido apenas com o nome Moses, ou Moisés, que significa apenas Nascido. De que deus? Do Deus altíssimo. Daquele nome que está acima de qualquer nome. Do Deus impronunciável.

5. O reinado de Hatchepsut
Segundo os estudiosos, Moisés estava sendo preparado para ser o sucessor de Tutmés II. Por ser filho de Hatchepsut, ele teria direito ao trono, mesmo que Tutmés III fosse filho de sangue do Faraó. Por ser bastardo, não tinha direito algum ao trono.
Moisés teria sido educado, letrado, treinado em guerra para ser o sucessor e líder de todo o Egito. Mas aconteceu o que ninguém esperava, que foi o assassinato de um oficial egípcio por parte de Moisés.

Obviamente, um herdeiro de Faraó nunca seria condenado por qualquer crime, tampouco por assassinato. Isso nos dá uma prova de que toda essa teoria pode ser real.

A oportunidade que Tutmés II esperava finalmente aconteceu! O único que estava em seu caminho poderia ser condenado! Se Moisés morresse, Tutmés III assumiria o trono e não haveria nenhum atrapalho. 

Moisés precisou fugir e se escondeu em Midiã.

Algum tempo depois, Tutmés II morreu, deixando o trono para Tutmés III.
Para não permitir que o filho bastardo de seu marido reinasse, a própria Hatchepsut assumiu o trono como Faraó do Egito.

À alguns anos foram encontrados alguns templos numa região chamada Deir el-Bahari com um templo gigantesco dedicado à Hatchepsut. Pelos vestígios encontrados, seu reinado foi próspero. O Egito havia crescido como nunca, entretanto em todas as aparições públicas, ela deveria aparecer vestindo-se de homem. Até uma barba postiça ela precisava usar.

É possível que, nesse período, Hatchepsut tenha decretado perdão real ao seu filho, que era foragido.

Esse templo havia sido invadido e todas as imagens de Hatchepsut foram depredadas. Por quem?

Provavelmente Tutmés III.

A crença egípcia diz que todas as inscrições e referencias nos túmulos dos faraós servem para que o deus Anúbis pudesse reconhecer quem era aquela múmia e leva-la para Osíris. Se todas as informações e nomes estivessem apagados, a pessoa estaria perdida por toda a eternidade.

Após a morte de Hatchepsut, Tutmés III assumiu o trono e depredou o túmulo da Faraó anterior, destruiu suas imagens e riscou seus nomes das paredes (Daí vem a referencia da bíblia Ap. 3:5).
Tutmés tentou fazer com que Hetchepsut desaparecesse da história. Violou seu túmulo e trocou seu corpo com o da serva que foi sepultada com ela. Por muito tempo, pensou-se que a múmia que estava jogada no chão era de uma serva, mas sua posição era de Faraó (com os braços cruzados em X), até que se descobriu toda a violação da tumba.

6. O retorno de Moisés
Após o evento no monte Sinai, Deus manda que Moisés retorne para livrar o povo das mãos de Faraó, e assim fazendo, encontra Tutmés III assentado no trono.
Tutmés sabia que Moisés era o verdadeiro Faraó, e é provável que tenha lhe tratado com cautela para evitar uma guerra.

Há ainda muito mais para ser explicado. Se você deseja saber mais sobre esse assunto, comente abaixo!

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LEIA AS PARTES 1 E 2 CLICANDO ABAIXO:


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